FUNDRAISING
Captação de Recursos & Produtos Estruturados

Private Placement

Assessoria na estruturação de operações de captação de recursos de terceiros, visando atender as demandas do cliente na otimização de sua estrutura de capital e alinhamento de fluxo de caixa:
  • Análise inicial da empresa para identificação de suas necessidades;
  • Escolha da melhor e mais eficiente estrutura financeira para o cliente;
  • Auxílio na identificação de potenciais investidores, nacionais e internacionais;
  • Indicação de Assessoria Jurídica, na área tributária, através de parcerias especializadas.


Operações Estruturadas

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)

São títulos de renda fixa, considerados Valores Mobiliários, lastreados em créditos imobiliários – fluxo de pagamentos de contraprestações de aquisição de bens imóveis ou de aluguéis – emitidos por sociedades securitizadoras. Pode ser emitido na forma simples ou com regime fiduciário. Na segunda hipótese deve ser constituído um patrimônio separado da totalidade dos créditos submetidos ao regime fiduciário que lastreiem a emissão , administrado pela companhia securitizadora,. Além disto, nomeia-se um agente fiduciário, que tem como função zelar pelos direitos e interesses dos beneficiários, acompanhando a atuação da companhia securitizadora na administração do patrimônio separado.

Cédula de Crédito Imobiliário(CCI)

Título que representa créditos imobiliários, emitido pelo credor do mesmo, que pode ser de natureza integral ou fracionário. Trata-se de um título executivo extrajudicial, exigível pelo valor apurado de acordo com as cláusulas e condições pactuadas no contrato que lhe deu origem. Sendo um crédito imobiliário com lastro em uma garantia real, a emissão da CCI deverá ser averbada no cartório de registro de imóveis ao qual está vinculada.

Cédula de Crédito Bancário(CBB)

Título de crédito emitido, por pessoa física ou jurídica, em favor de instituição financeira ou entidade a esta equiparada, representando promessa de pagamento em dinheiro, decorrente de operação de crédito de qualquer modalidade. Trata-se de um título executivo extrajudicial que representa dívida, certa, líquida e exigível. É um produto financeiro, que tem como objetivo financiar futuros investimentos em empresas que buscam seu crescimento, perante o setor a que pertencem.

Fundos Estruturados

 

Fundo de Investimento em Participações (FIP)
Private Equity
Regulamentado pela Instrução CVM 391, é um fundo constituído sob a forma de condomínio fechado, sendo uma comunhão de recursos destinados à aquisição de ações, debêntures, bônus de subscrição ou outros títulos e valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em ações de emissão de companhias abertas ou fechadas. Gestores do fundo participam do processo decisório da companhia investida, com efetiva influência na definição de sua política estratégica e na sua gestão, especialmente através da indicação de membros do seu Conselho de Administração.Os fundos private equity devem investir em empresas selecionadas pelo seu potencial de crescimento e qualidade de gestão. Seus objetivos ao investir são: capitalizar a empresa; definir uma estratégia de crescimento, valorizar as ações e vender com lucro esta participação.
Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC)
O FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) é uma modalidade de investimento cujo objetivo é proporcionar retorno a partir da aquisição de fundos de créditos ou de direitos creditórios, originados em diversas operações financeiras. Este papel abrange operações de recebíveis de cartão de crédito, financiamento de automóveis, contas de luz, entre outros. O fundo deve conter mais de 50% do seu Patrimônio Líquido aplicados em direitos creditórios. Estes fundos podem ser constituídos na forma aberta, quando, então, os condomínios podem solicitar o resgate das quotas em conformidade com o disposto no regulamento do fundo, ou na forma fechada, quando, então, as quotas somente são resgatadas ao término do prazo de duração do fundo ou de cada série ou classe de quotas, conforme estipulado no regulamento, ou, então, em virtude de sua liquidação, admitindo-se, ainda, a amortização de quotas por disposição do regulamento ou por decisão da assembléia geral de quotistas. No caso dos fundos fechados, as cotas podem ser negociadas em bolsas de valores ou mercado de balcão organizado.

 

Debêntures

Debêntures são valores mobiliários emitidos por sociedades anônimas com interesse em captar recursos, que asseguram a seu titular, um direito de crédito contra a Companhia. Assim, ao adquirir uma Debênture, o investidor passa a ser credor da Companhia, sendo remunerado pelo investimento de acordo com as condições e os prazos definidos na respectiva Escritura de Emissão. A captação de recursos no mercado de capitais, via emissão de Debêntures, pode ser feita por Sociedade por Ações, de capital fechado ou aberto, sendo que o principal atrativo das emissões de Debêntures, é a possibilidade da emissora determinar o fluxo de amortizações e suas formas de remuneração. A emissão de Debêntures segue o disposto na Lei das S.A. (Lei nº 6.404/76) e nas normas regulamentares editadas pelo Conselho Monetário Nacional – CMN, Comissão de Valores Mobiliários – CVM e Banco Central do Brasil. As Debêntures são classificadas de acordo com as garantias que oferecem, existindo as seguintes espécies: i) com garantia real; ii) com garantia flutuante; iii) quirografária ou sem preferência; e iv) subordinada.

 

Legal Claims

A Aria Capital Corporate atua na intermediação da venda de precatórios, bem como de direitos creditórios oriundos de ações judiciais de outras naturezas (ativos), assessorando seus clientes na interface com as potenciais Instituições Financeiras interessadas na aquisição de tais direitos, de modo a sempre proporcionar a melhor negociação de precificação para o cliente.
Nessa esteira, são realizados em período de curta duração (i) Parecer Jurídico avaliando os documentos apresentados (parecer interno ou elaborado por escritório de advocacia) e (ii) Estudo especializado constando cálculos referentes aos valores de cada beneficiário, acrescidos de suas devidas atualizações monetárias; possibilitando, assim, agilidade na Due Diligence a ser feita por Instituição Financeira/Fundo de Investimento que oferecer a melhor proposta.

Precatórios

Dívida decorrente de condenação judicial de entidade pública. Trata-se de uma espécie de requisição de pagamento de quantia certa, para valores totais acima de 60 salários mínimos por beneficiário. Subdivide-se em:

  • Alimentar – oriundo de ação judicial envolvendo provento, pensão ou indenização por morte ou invalidez de funcionário público ou seus dependentes que fazem jus a esse recebimento, entre outras verbas de caráter alimentar; e
  • Não-alimentar ou Comum – parcelado em dez ou quinze prestações anuais e decorrente dos demais tipo de ação que pessoas físicas ou jurídicas tenham proposto contra a Fazenda Pública.

 

Etapas

Após ser julgada procedente a ação originária e não cabendo mais recursos, o processo entra na fase de execução. Ao fim dessa etapa, o Juiz envia um ofício ao Presidente do Tribunal de Justiça (TJ) competente para a requisição de pagamento, onde este, após ouvir o Ministério Público e obter parecer favorável, requisita a verba junto à autoridade administrativa. O Precatório deve ser incluído no orçamento para ser pago no ano seguinte à sua inclusão, respeitada a ordem cronológica de apresentação, que tem como referência as requisições recebidas no Tribunal até 1º de julho de cada ano.